Crédito rural da CAIXA simplifica vida do produtor

11/03/2014 / BRASIL, FINANÇAS

Recursos para a safra 2014/2015 devem atingir R$ 3,7 bilhões. Saiba onde o investimento será aplicado.

    O produtor Flávio Negrão de Moraes conhece bem os dilemas do agronegócio brasileiro. Ao mesmo tempo em que o país avança para se tornar o maior produtor mundial de soja na safra 2013-2014, ultrapassando os EUA, a infraestrutura precária gera desperdícios de 6% a 13% dos grãos apenas no escoamento até os portos, segundo a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA). O setor cresce quase três vezes mais do que a economia brasileira - 7% contra 2,3% em 2013 -, mas ainda tem dificuldades de acessar linhas de crédito. Ao menos neste último ponto, as coisas estão mudando para melhor. ​

    Moraes custeou parte dos 4.800 hectares plantados em Paraúna, sudoeste goiano - o equivalente a 6.722 campos de futebol nas dimensões do Maracanã - por meio da Caixa Econômica Federal, que fez sua estreia oficial no segmento de crédito rural na safra atual. De julho a dezembro de 2013, o banco já havia desembolsado R$ 2,05 bilhões destinados a produtores, cooperativas e agroindústrias dos R$ 3,7 bilhões previstos até meados deste ano. A carteira inclui operações de custeio, investimento e comercialização.    

    "É muita válida a concorrência", diz Moraes, que já colheu mais de 60% da safra e atua como presidente do sindicato rural de Paraúna, com 140 associados.

    A exemplo de outros 8 mil produtores, Flávio Moraes decidiu diversificar a fonte de financiamento da lavoura com recursos da CAIXA, além de lançar mão das opções tradicionais via trading (empresa exportadora de grãos e derivados) e outros bancos. Satisfeito com a experiência, Moraes também pretende financiar um pulverizador de R$ 590 mil com a CAIXA por meio de uma linha específica.

    Para José Mário Schreiner, presidente da Federação da Agricultura e Pecuária de Goiás (Faeg) e vice-presidente da CNA, "a entrada de novos concorrentes traz dinamismo ao mercado".

   Limite e burocracia afetam o agronegócio.

    Em relação ao sistema financeiro atual, os produtores criticam especialmente o cálculo do limite de crédito, não explicado ao cliente, a burocracia relativa à documentação, algo que se repete todos os anos, e as contrapartidas exigidas.

    Depois de ouvir o mercado e realizar um projeto-piloto com 62 agências, em oito estados, na safra 2012-2013, a CAIXA apostou na simplificação da burocracia. Se o produtor estiver com a toda a documentação em mãos, pode obter até R$ 300 mil (ao custeio agrícola ou pecuário) no mesmo dia em que solicitar o crédito. Basta se dirigir a qualquer uma das 1,3 mil agências que estão operando com a carteira rural. Em média, a CAIXA tem empresado R$ 190 mil por operação.

    "Simplificamos todos os nossos processos sem perder de vista a questão da segurança, com critérios bem rigorosos de análise de crédito e de processos", explica Fábio Lenza, vice-presidente de Negócios Emergentes da CAIXA.

    Isso é possível porque a proposta do produtor - orçamento, plano simples ou projeto, dependendo da complexidade do crédito - é avaliada na mesma hora pelo sistema. E essa proposta pode ser elaborada por uma das 1,8 mil empresas de Assistência Técnica e Extensão Rural (ATER) conveniadas. A CAIXA também oferece um pacote de vantagem para produtores que buscam o crédito rural, como benefícios em tarifas de conta, cartão de crédito, financiamento imobiliário e seguros.

Fonte: (http://www20.caixa.gov.br/) 10/03/2014 09h00 - Atualizado em 11/03/2014 16h14.

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